Opinião

Ação Civil Pública acerca do reajuste dos planos individuais/familiares.

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) ingressou na Justiça Federal com uma Ação Civil Pública na qual, em suma, solicita, em tutela de urgência, a determinação para que a ANS não autorize o índice máximo de reajuste dos planos individuais e familiares correspondente ao período de 2018/2019, enquanto não excluir do referido reajuste a parcela referente ao impacto dos fatores exógenos já considerado no reajuste dos planos coletivos e enquanto não demonstrar que validou todas as informações inseridas pelas operadoras no RPC - Sistema de Comunicado de Reajuste de Planos Coletivos correspondente ao período de 2017/2018.

Veja Mais
Regras de preços dos produtos

Muitas Operadoras se confundem em relação às regras de comercialização dos produtos estabelecidas pela ANS. São tantas nomenclaturas das etapas do processo de precificação do produto que gera dúvidas sobre qual a autonomia que a Operadora possui para diferenciar o preço de venda de um mesmo produto para diferentes contratantes.

Veja Mais
Atenção Primária na Odontologia

A prestação de serviços odontológicos mudou expressivamente nas últimas décadas, aumentando a qualidade dos serviços e consequentemente, a exigência dos beneficiários. Não é à toa que os produtos comercializados hoje pelas operadoras odontológicas vão além do cuidado básico da saúde bucal. Saiba mais sobre essa evolução...

Veja Mais
Mudança de regras para as Autogestões Estatais

Já ouviu falar das resoluções CGPAR que tem sido comentadas? Quer entender mais sobre o tema, continua por aqui que vamos te contar tudo...

Veja Mais
...Caro é a multa!

Sua rede de atendimento é igualzinha a rede de prestadores do dia que foi vendido o primeiro contrato do plano de saúde? Certamente não! a rede que o call center consulta é igual a que está no site da operadora? Ou o agente de vendas sabe da última alteração? Qual a relação dessa informação com a rede informada para a ANS quando foi registrado o plano?

 

Veja Mais
Impactos do intercâmbio nas provisões pela RN 430

As operações de intercâmbio, exceto o chamado intercâmbio eventual, até a publicação desta norma (Resolução Normativa nº 430) não estavam especificadas na regulamentação da ANS. Não havia um consenso entre as Operadoras sobre como registrar estas operações, também conhecidas como intercâmbio habitual,com isso surgia sempre o questionamento sobre quem deveria reconhecer os eventos e consequentemente ser responsável pelas provisões.

Veja Mais
DRG – Parceria Operadora e Prestador Hospitalar.

Revisitando esse importante assunto, escrevo esse artigo, pois, a Prospera é a consultoria parceira do DRG Brasil e em novembro tivemos a oportunidade de participar do II Encontro dos Usuários do DRG Brasil e pudemos constatar os resultados reais de um case apresentado sobre a parceria entre operadora e prestador hospitalar.

Veja Mais
Margem de Solvência

Margem de Solvência é uma expressão ouvida diariamente por quem faz parte do ambiente das Operadoras de planos de saúde, seja como funcionário, como gestor, como prestador de serviço ou mesmo como cliente. Apesar de todo tecnicismo que está por trás desta expressão, vamos explicar neste artigo de forma simples

Veja Mais
Informações do TISS e o IDSS 2018

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) todo ano propõe novas regras para o Programa de Qualificação de Operadoras. O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar- IDSS é conhecido como a nota das operadoras no mercado de saúde suplementar e por meio dessa nota é possível que as Operadoras comparem seu desempenho com seus principais concorrentes e ainda com o mercado em geral.

Veja Mais
TRA – A quem se aplica? Para que serve?

No final do ano de 2015 a ANS publicou uma nova norma (RN 393) que gerou mudanças em relação às provisões técnicas, entre as quais se destaca a exigência do TRA. Se sua operadora tem PEONA Atuarial esse artigo pode te ajudar a compreender

Veja Mais
Ampliação nas Regras de Portabilidade

Como parte do projeto de estimular a concorrência do mercado, a Agência Nacional de Saúde através do Comitê de Regulação da Estrutura dos produtos está revisando as regras de Portabilidade. A primeira resolução é de 2009 .... Em 2011 a norma foi atualizada e ampliou a possibilidade para os planos coletivos por adesão....Acompanhe as novidades em debate e planos de ampliação neste artigo

Veja Mais
Pool de Risco

Sabe o reajuste dos planos de pequenas empresas? ele é chamado pelo mercado de "pool de risco", por ser apurado de forma agrupada. Continue lendo e saiba mais sobre o assunto

Veja Mais
O papel da Operadora na estimativa da PEONA

A ideia deste texto é provocar uma reflexão nos gestores das Operadoras de planos de saúde que possuem nota técnica de PEONA, reforçando o entendimento de que o atuário e a Operadora compartilham a responsabilidade pela provisão. 

Veja Mais
Uber da Saúde

Neste artigo venho falar sobre uma inovação no atendimento médico, o popularmente chamado “Uber da Saúde”.

Veja Mais
Os primeiros passos da Operadora para o produto de Atenção Primária

Nos últimos anos as Operadoras brasileiras tem se mostrado mais abertas ao conceito do produto de atenção primária inspirado nos modelos Europeu e dos recentes movimentos em direção a uma saúde diferenciada nos EUA. Saiba aqui sobre como o tema vem evoluindo no Brasil.

Veja Mais
Modelos de Remuneração – Discussões e Readequações necessárias

O fenômeno dos custos crescentes em saúde é uma realidade, e é pouco provável que sofra alguma mudança positiva no curto e médio prazos. Vamos olhar com atenção para as alternativas que mitigam os custos...

Veja Mais
Diferenciação entre área de abrangência e área de atuação

Frequentemente confundimos o que significa a área de abrangência de um determinado produto, a área de comercialização do produto e a área de atuação da Operadora, desta forma o objetivo deste texto é esclarecer de forma simples e didática a correlação entre estas informações.

Veja Mais
Grupos de Diagnósticos Relacionados (DRG)

O conceito DRG – Diagnosis Related Groups, surgiu em 1982, criado por dois doutores da Universidade de Yale. Naquela oportunidade o desafio era estabelecer um maior controle nas despesas do programa do governo americano denominado Medicare, voltado para a população de idosos. Ao longo dos anos este projeto tomou corpo e atualmente é o modelo que define a remuneração para a rede de hospitais americanos que são obrigados por lei a atender aos programas públicos (Medicare para idosos, Medicaid para população de baixa renda e VA - Veterans Affairs para Veteranos).

 

Veja Mais
TOP